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DA REDAÇÃO

O Porto de Santana está bem perto de iniciar para valer sua principal vocação: a exportação de grãos do Centro-Oeste brasileiro para os mercados europeu e asiático.

A estimativa dos produtores de soja do Mato Grosso é de escoar parte da safra pelo Porto de Santana dentro de 80 dias.

Paralelo a isso, a expectativa é de que a soja do Amapá terá segunda remessa também para o exterior pelo Porto de Santana. A primeira, com mais de 45 mil toneladas, foi enviada em julho do ano passado.

“É preciso acumular para comportar num navio com capacidade para 45 mil toneladas. Então, depois das chuvas, começa a colheita”, explica o consultor Alberto Góes, que já dirigiu o conselho deliberativo da Companhia Docas de Santana.

Esta semana, o deputado federal Marcos Reátegui (PSD-AP) voltou a defender o uso do porto e as vantagens dele em relação dos portos de Santos e Paranaguá. Assista.

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