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DA REDAÇÃO

Professores do Projovem Campo, programa do governo federal que atende jovens de cidades do interior do Amapá, estão reclamando dos constantes atrasos de salário. Eles dizem que estão há quatro meses sem receber. A coordenação do programa no Estado diz que são apenas dois e que um dos meses será pago até está quarta-feira (21).

Antônio Longo, coordenador do programa na Secretaria de Estado da Educação (Seed), informou que o problema é burocrático. Segundo ele, atrasos na entrega da folha de ponto e os trâmites do processo dentro da própria secretaria são as principais causas na demora do pagamento.

“Programas federais têm todo um trâmite para o dinheiro poder ser liberado”, justifica o coordenador.

Longo disse que apenas os meses de março e abril estariam atrasados e provavelmente um dos dois meses será nesta quarta, mas não soube dizer qual.

Dezoito profissionais atuam no programa. Eles estão lotados nos municípios de Porto Grande e Pracuúba. O programa é voltado para jovens de 18 a 29 anos, filhos de trabalhadores do campo atendidos pelo programa de Agricultura Familiar do governo federal.

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