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OLHO DE BOTO

Uma farmácia de manipulação foi o mais recente alvo da onda de furtos em estabelecimentos comerciais no Centro de Macapá. Desta vez a ação foi filmada pelo circuito de segurança da loja.

A Pharmapele funciona na Rua Leopoldo Machado, com a Avenida Almirante Barroso. Eram 2h30min desta quarta-feira (16) quando o criminoso chegou.

“Ele chegou cinco minutos antes, ficou olhando e viu que tinha a televisão. Ele quebrou a porta e em 30 segundos levou a televisão embora”, relatou Larissa, proprietária da loja.

Foto tirada logo apos o furto: prejuízo. Fotos: Olho de Boto

A destruição da porta de vidro acionou os alarmes do prédio, e o criminoso fugiu rapidamente com o aparelho. Havia outros objetos de valor em cima do balcão, lembrou a empresária, mas o criminoso priorizou o televisor. Ele ainda não foi identificado.

Segundo a empresária, foi a primeira vez que isso ocorreu em seis anos de atividade da empresa nesse endereço.

“Nos últimos tempos vimos vários assaltos ocorrendo no Centro, e a gente espera que alguém faça alguma coisa”.

A PM diz que reforçou o policiamento no Centro de Macapá com o uso de motocicletas, e que já identificou alguns usuários envolvidos com os crimes.

“Não são todos que praticam os crimes. Alguns até trabalham no comércio reparando carros”, informou o capitão Ademar, do 6º Batalhão da PM.

Para o oficial, alguns empresários também não estão investindo em segurança como deveriam.

“Fazendo uma análise preliminar nesses estabelecimentos que já foram lesados, vimos que a segurança está sendo fragilizada, e isso chama a atenção dos criminosos que não enxergam obstáculo nenhum na frente além de um vidro. Vamos orientar os empresários sobre como melhorar a segurança das lojas”, acrescentou o capitão. 

Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), outros quatro furtos semelhantes ocorreram em outras empresas do Centro. No último sábado (12), foi a vez da Agência de Fomento do Amapá (Afap). Em todos os casos, usuários de drogas que vivem nas ruas são apontados como autores dos crimes.  

Empresária diz que em 6 anos foi a primeira ocorrência do tipo

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