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ANDRÉ SILVA

Uma visita técnica na manhã desta sexta-feira (15), vistoriou o andamento das obras de ampliação do sistema de abastecimento de água da Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa). A previsão do governo do estado é de que os serviços sejam concluídos em 2018. Representantes dos governos estadual e federal, Caixa Econômica e Ministério Público estiveram presentes.

As obras consistem na construção do terceiro módulo de tratamento de água na área da Estação de Tratamento de Água Metropolitana (ETAM) e do reservatório semi-enterrado de 10.000 metros cúbicos, acoplados à Estação Elevatória de Água Tratada (EEAT), todos localizados na zona sul de Macapá, com 40% dos serviços concluídos.

Além desses reservatórios, existe um outro, ao lado do 2º Batalhão da Polícia Militar, na zona norte, com 70% das obras concluídas.

Todas as etapas de construção estão sendo acompanhadas pela Justiça Federal. O juiz João Bosco falou na ocasião que as inspeções vão continuar, assim como já acontecem desde 2008.

“Sem água, nenhuma família sobrevive. O fornecimento de água é um bem da vida, essencial para o ser humano, por isso, nós estamos aqui olhando com tanta atenção e cuidado para que esses recursos sejam bem empregados. A Justiça está olhando e acompanhando”, falou João Bosco.

O presidente da Caesa, Valdinei Amanajás, informou que cerca de 27 bairros de Macapá serão beneficiados com as obras. Ele citou os bairros Renascer e Pantanal, ambos na zona norte, como exemplos de localidades beneficiadas onde já foram instaladas tubulações, apesar de ainda não entrarem em funcionamento.

“Os bairros mais beneficiados serão os da zona norte, que é a área mais populosa de Macapá, e é onde nós temos mais dificuldade de distribuir água”, lembrou Amanajás.

“A obra está evoluindo dentro da programação. É uma obra importante. E quando a população começar a receber a água em suas torneiras e sentir que seus filhos estão adoecendo menos, vai ter noção de como ela é importante”, falou o vice-governador, Papaléo Paes.

Os recursos para a construção dos reservatórios são oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 1), por meio da Caixa Econômica Federal, e totalizam R$ 19,153 milhões, dos quais R$ 6 milhões são de contrapartida do governo do Amapá.  

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