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SELES NAFES

Mais de 24,6 mil candidatos farão a prova do concurso público da Polícia Civil do Amapá no próximo domingo (6), em Macapá. E uma das principais preocupações é com a segurança. Além do uso de detectores de metais e da presença de policiais civis e militares, os fiscais não poderão entrar nos locais de prova portando telefones celulares.

“Eles receberão um saquinho que ficará lacrado, identificado e guardado na administração na escola até depois do fim do concurso”, explica a secretária de Administração, Suelen Amoras.

A medida já foi adotada no concurso da Polícia Técnica no último domingo (3). No concurso da PM, realizado em agosto, o vazamento de uma foto da prova quase provocou a anulação do concurso. Dois fiscais foram indiciados pelo crime. 

O cancelamento só não ocorreu porque as investigações e a perícia deixaram claro que a foto foi tirada depois do fim da prova.

“Como o celular foi apreendido, a Polícia Técnica foi capaz de determinar o horário exato em que a foto foi tirada e postada em um grupo. Esse retorno foi essencial para a manutenção da prova”, lembra Suelen Amoras.

Prova da PM fotografada por fiscal da Fundação Carlos Chagas. Foto: Arquivo/SN

A organização do concurso utilizará 37 locais de prova. Pela manhã, os portões serão fechados às 8h30min. No concurso da PM, o número de faltosos foi de 2,86% do total de candidatos inscritos.

Segundo a Fundação Carlos Chagas, contratada pelo governo do Estado para realizar o concurso, foi o concurso com o menor número de faltosos já realizado pela instituição.

A prova para delegado ocorrerá pela manhã, e à tarde para agentes e oficiais de polícia.

Veja a quantidade de vagas imediatas

Delegado: 25

Agentes de Polícia: 120

Oficial de Polícia: 70 vagas

Cadastro Reserva

Delegado: 76 vagas

Agentes: 380

Oficiais de polícia: 240

Secretária de Administração, Suelen Amoras: recesso de fim de ano será aproveitado para acelerar contratações. Foto: Cássia Lima

A expectativa é de que todos os servidores estejam na ativa até no primeiro semestre do ano que vem, já que cada concurso terá pelo menos 6 fases, incluindo o curso de formação que pode chegar a 6 meses.

“No caso da PM, não estamos levando em consideração o recesso de fim de ano. A gente contabilizou também esse tempo para dar celeridade e termos esses servidores reforçando a nossa segurança pública”, concluiu a secretária.

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