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DA REDAÇÃO

A indicação da Fortaleza de São José de Macapá na lista de Patrimônio Mundial pela Unesco foi discutida em uma oficina esta semana, no Museu Sacaca, na zona sul de Macapá.

O evento, que terminou ontem (12), foi promovido pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e contou com a participação de representantes do governo do Estado e de outros órgãos que discutiram sobre as estratégias de sustentabilidade, modelo de gestão de uso, criação de um comitê técnico local para acompanhar a candidatura, entre outros aspectos.

O grupo ainda visitou o monumento para conhecer suas condições.

Secult trabalha junto com Iphan para fazer adequações e viabilizar reconhecimento. Foto: Maksuel Martins (Secom)

Foi definida na oficina uma matriz de responsabilidades e um cronograma de trabalho relacionados aos encaminhamentos para a candidatura. As adequações consistem em melhorias na iluminação e na infraestrutura da obra arquitetônica e de seu entorno.

“São requisitos que necessitam ser cumpridos para que a Fortaleza de São José atinja o objetivo de ser reconhecida pela Unesco como Patrimônio Mundial”, pontuou o superintendente do Iphan no Amapá, Haroldo Oliveira.

De acordo com a Secretaria de Estado da Cultura (Secult), o monumento e seu entorno passam por obras de revitalização desde julho de 2017, com investimento orçado em R$ 3 milhões oriundos do Tesouro Estadual. Os trabalhos abrangem a parte elétrica, iluminação, revitalização de banheiros, dos espelhos d’água, da casamata, do playground e troca de transformadores.

O reconhecimento da Unesco deve ocorrer até 2021. Até lá, serão realizados vários encontros técnicos em todos os Estados onde estão localizados os monumentos, com vistas à concretização do objetivo.

Foto de capa: Cássia Lima

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