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SELES NAFES

O guarda portuário Samuel George Miranda, de 35 anos, se tornou réu em mais um processo por estupro. Desta vez de uma menina de 10 anos, em crime ocorrido no Bairro Infraero II, na zona norte de Macapá.

O estupro teria ocorrido no dia 16 de agosto do ano passado, quando o guarda portuário já estava preso pelo estupro de uma menina de 14 anos, crime que aconteceu no município de Santana. Neste caso, o estupro teria acontecido dentro do carro do acusado, que foi preso em flagrante. A polícia encontrou dentro do carro dele um pano sujo com sêmen.

Depois da prisão pelo estupro da adolescente, a menina de 10 anos reconheceu a foto do acusado em um jornal impresso, e decidiu contar aos pais que também havia sido abusada por Samuel Miranda.

A menina narrou que estava voltando para casa depois de ser comunicada que não haveria aula na escola naquele dia. Eram 13h40min quando a garota passou por um carro branco peliculado que estava estacionado na contramão.

O guarda teria se identificado como policial e mandou que ela entrasse e sentasse no banco de trás do carro. Em narrativa ao serviço psicossocial do MP, a garota disse que foi levada para um terreno desocupado e teria sido abusada por pelo menos 40 minutos.

O acusado teria obrigado a menina a fazer sexo oral passiva e ativamente com ele.

“(…) Tirou sua roupa, beijou sua boca e tentou praticar sexo vaginal e anal com ela (….) e quando ela pedia para ele parar, ouvia ameaças”, diz parte da denúncia do Ministério Público.

Após o crime, Samuel Miranda teria voltado ao local da abordagem e deixado a menina. Antes dela sair do carro, ele ainda teria manifestado a intenção de um novo “encontro”.

O relatório psicossocial avaliou que a menor sofreu ato libidinoso, “uma vez que ela expressou a dinâmica dos fatos com vívidos detalhes”. Ainda de acordo com o relatório, a menina teve a saúde emocional afetada com possibilidade de sequelas.

Durante a instrução do processo, o acusado negou algumas acusações, e se manteve calado diante da maioria das perguntas. Ao final, ele se recusou a assinar o depoimento.

O acusado continua preso no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen). O portal SELESNAFES.COM não conseguiu contactar a defesa do guarda portuário.

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