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OLHO DE BOTO

O grave acidente de trânsito poderia ter terminado em tragédia para duas famílias em dois veículos e para outra em uma residência que quase foi invadida. A colisão ocorreu na tarde de domingo (1º), num cruzamento do Conjunto Laurindo Banha, no Bairro do Buritizal, zona sul de Macapá. Uma mulher no nono mês de gestação estava em um dos carros, mas escapou sem ferimentos.

O acidente ocorreu por volta das 14h, no cruzamento da Avenida 26 de Julho com a Rua Maria Raimunda Barros. A colisão envolveu um Renault Duster, dirigido por um cidadão francês, e um Fiat Uno com quatro pessoas a bordo, entre elas uma criança, uma idosa de 75 anos e a grávida, além do condutor. Todos saíram sem ferimentos.

“Foi um grande susto. Espero que tudo esteja bem com o bebê”, disse a mulher grávida logo após o acidente.

Duster parou na calçada, evitando que o carro invadisse uma residência. Fotos: Olho de Boto

A perícia vai apontar as causas da colisão. Segundo testemunhas, o Duster seguia pela 26 de Julho no  sentido Congós quando colidiu com o Uno que trafegava pela Rua Maria Raimunda, sentido Buritizal.

Com o impacto, o motorista francês perdeu o controle da direção e só não invadiu uma residência porque se chocou contra uma calçada.

“Se não fosse a calçada teria destruído tudo aqui e eu, que estava na rede com uma criança assistindo televisão, teria morrido”, comentou Paulo Moreira, morador da casa que quase foi invadida pela Duster.

Carro onde estava a grávida, uma idosa e uma criança: todos bem

Placa meio escondida por uma cobertura, mas pressa pode ter contribuído com o acidente

O cruzamento é sinalizado, porém, a placa PARE está debaixo da cobertura de um comércio, prejudicando a visibilidade dos condutores, o que pode ter contribuído com o acidente.

“Mas a falta de atenção e a pressa também contribuem muito para esse tipo de acidente”, ponderou o sargento Ivan Silva, do Batalhão de Trânsito da PM (BPTran).

Os dois condutores foram submetidos ao teste de alcoolemia, e o resultado foi negativo para os dois. No caso motorista francês, foi necessário esperar a chegada de um intérprete para que ele entendesse os procedimentos da polícia.

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