Mulher é presa e traficante morre em troca de tiros com a polícia

Operação foi comandante pela DTE para o cumprimento de um mandado e busca
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LEONARDO MELO

Uma mulher foi presa e um traficante foi morto durante operação conjunta da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) e o Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Amapá, na tarde desta terça-feira (24).

A operação ocorreu na Passarela Gonçalves Dias, conhecida como “Ponte do Rona”, no Bairro do Muca, zona sul de Macapá. Durante o cerco policial, um dos suspeitos, conhecido como “Júnior”, conseguiu fugir, deixando para trás a esposa, que ficou na casa. Ela foi presa acusada de guardar várias porções de crack.

As equipes já haviam deixado o local quando começaram a chegar denúncias anônimas indicando que Júnior estaria escondido em outra casa às proximidades.

Quando as equipes chegaram ao local indicado, vários homens saíram correndo do imóvel. Um deles, conhecido como “Palha”, resistiu à prisão atirando contra os militares do Bope que revidaram.

Revólver calibre 22 apreendido. Fotos: Leonardo Melo

Drogas apreendidas na casa de Elaína Santos

O suspeito foi atingido com vários tiros, e não resistiu aos ferimentos.

“Apreendemos um revólver calibre 22 com duas munições deflagradas e uma repercutida, ou seja, ele tentou atirar na nossa equipe com aquela munição, mas ela não funcionou”, comentou o tenente-coronel Paulo Mathias, comandante do Bope.

O acusado morto foi identificado como Waylon Felipe Souza dos Santos, de idade não divulgada. A mulher presa, que seria esposa de Júnior (foragido), chama-se Elaína Lima dos Santos, de 24 anos.  

A operação foi fruto de investigações da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes, que pediu o apoio do Bope para o cumprimento de mandado de busca e apreensão.

“Ela foi presa em flagrante porque guardava as drogas. São 150 gramas que dava para fazer muitas porções de crack para revender”, comentou o delegado Sidney Leite, titular da DTE. 

Delegado Sidney Leite comandou a operação

O advogado de defesa negou qualquer envolvimento de Elaína dos Santos com tráfico de drogas.

“Ela estava chegando a sua residência quando os policiais encontraram a substância. A droga não é dela. Ela é primária e tem bons antecedentes. O marido é primário também e tem bons antecedentes”, argumentou o advogado Hugo Silva, na foto de capa ao lado da cliente.

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