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DA REDAÇÃO

O presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), chega à Alemanha neste sábado (11) para participar da COP 23, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática. O evento começou no último dia 6, e neste fim de semana começam os debates sobre a Amazônia.

O Amapá chega ao evento, na cidade de Bonn, ainda com o status de Estado mais preservado do Brasil. Davi vai participar de painéis e debates com líderes de 195 países.

A COP 23 discute a aplicação do Acordo de Paris, firmado na COP, em 2015, onde cada país fixou metas de redução de CO2 para diminuir a temperatura da Terra em pelo menos 2 graus. É o mesmo acordo que os Estados Unidos anunciaram a retirada, em setembro.   

“Num debate deste, temos muito a aprender com experiências estrangeiras, mas também podemos mostrar, por exemplo, nossas atitudes de conservação da Amazônia, ou das unidades de conservação do nosso Estado”, avaliou o senador antes da partida. 

A problemática das altas temperaturas da atmosfera e dos oceanos, das mudanças climáticas, da devastação das florestas, falta de água, mau uso de energias renováveis são problemas que atingem a todos, dos mais pobres aos mais ricos países.

“O discurso de que temos de deixar um planeta melhor para nossos filhos ficou atrasado. A situação é mais urgente. Temos que cuidar agora. Quem sabe assim sobrará algo para nossos filhos”, acrescentou.

No Brasil, o desmatamento foi reduzido em 20% no último ano. O Amapá tem 97% de sua cobertura vegetal intacta, principalmente pela existência de unidades de conservação e terras indígenas que compreendem 72% do território amapense.

Um das propostas em análise na Comissão de Meio Ambiente, é o projeto de lei que cria compensações para os estados mais preservados, como o Amapá.

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