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CÁSSIA LIMA

Por falta de quórum, foi adiando nesta quarta-feira (8), o julgamento da deputada estadual Mira Rocha (PTB), dos ex-deputados Jorge Amanajás e Eider Pena, e do ex-servidor da Assembleia Legislativa do Amapá (Alap), Wilson Morais. Para acontecer a sessão, eram necessários ao menos sete magistrados.

O Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap) informou que não há previsão de uma nova data.

Deputada estadual Mira Rocha está entre os réus Foto: Arquivo

Os réus respondem pelo prejuízo de R$ 1,1 milhão aos cofres da Alap, em diárias pagas de viagens não realizadas, conforme a ação, entre 2009 e 2010. O processo é derivado da operação Mãos Limpas, da Polícia Federal.

Segundo denúncia do Ministério Público do Amapá (MP-AP), a deputada Mira Rocha recebeu cerca de R$ 390 mil em diárias irregulares, mas, os valores atualizados chegam a R$ 1.128.646,88. De acordo com o processo, a parlamentar não viajou, mas recebeu os valores a título de ressarcimento.

O atual secretário de Transportes, Jorge Amanajás, Eider Pena e Wilson Nunes de Morais foram denunciados por crimes de peculato, falsidade ideológica majorada e formação de quadrilha, por integrarem os setores de fiscalização da Assembleia, à época.

A defesa dos acusados nega o recebimento e critica que as alegações do Ministério Público não são suficientes para comprovar a prática dos possíveis crimes.

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