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CÁSSIA LIMA

As obras do Hospital Universitário em Macapá receberam a visita técnica de senadores e gestores da Universidade Federal do Amapá (Unifap), nesta sexta-feira, (3). A reitora Eliane Superti e os senadores Randolfe Rodrigues (Rede) e Davi Alcolumbre (DEM) garantiram a entrega da unidade para o início de 2019.

A obra está sendo erguida num grande terreno da universidade, entre o Estádio Zerão e a Rodovia JK. A construção começou em 2016 e tem previsão de entrega para o os primeiros meses de 2019, antes do prazo inicialmente previsto.

“Essa rapidez é fruto da unidade da nossa bancada federal. Já temos mais de R$ 170 milhões em emendas. E já garantimos que não haverá paralisação, e em breve a população terá o melhor hospital do estado”, falou o senador Davi Alcolumbre.

Senadores Davi e Randolfe, com a reitoria da Unifap fizeram visita técnica às obras. Foto: Cássia Lima

Engenheiro conversa com senador Randolfe e reitora Eliane Superti: 800 consultas por dia

O Hospital Universitário terá 300 leitos, sendo 240 de internação e 60 de UTI, de média e alta complexidades. Além disso, serão 800 consultas diárias, 10 salas de cirurgia, heliporto e a integração do Amapá na Rede de Transplante da Região Norte.

“Nossa expectativa é entregar essa obra no início de 2019. Não temos dúvida de que esse será o maior hospital do Amapá. Ele será necessário para a sociedade, mas imprescindível para o curso de medicina da Unifap”, disse o senador Randolfe Rodrigues.

Hospital terá 300 leitos, sendo 240 de internação e 60 de UTI Foto: Cássia Lima

Na prática, a unidade terá o mesmo papel do Hospital de Clínicas Alberto Lima, só que com o dobro do tamanho, segundo falou a reitora da Unifap.

“O hospital será referenciado e deve suprir toda a demanda de média e alta complexidades que o estado tem, inclusive em áreas deficitárias, como a traumatologia”, reforçou Eliane Superti.

Obra está sendo erguida num terreno da universidade, entre o Estádio Zerão e a JK Foto: Cássia Lima

Gestão do Hospital

Inicialmente, a gestão da unidade ficaria a cargo da Unifap, mas, devido a experiências negativas de outras universidades do país, o cenário será diferente. A gestão do hospital ficará a cargo da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, mas, a parte acadêmica caberá à Unifap.

Ao todo serão 1,5 mil profissionais que vão trabalhar no espaço. Segundo a Unifap, uma comissão já estuda um concurso para a operacionalização da unidade. A proposta é que um edital seja lançado ainda em 2018.

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