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SELES NAFES

As eleições de 2018 no Amapá serão acirradas não apenas na disputa pelo governo do Estado. A corrida pelas duas vagas do Senado será um embate entre novos e antigos nomes, alguns tentando renovar os mandatos ou retornar para a vida pública.

Os três senadores do Amapá são: João Capiberibe (PSB), Davi Alcolumbre (DEM) e Randolfe Rodrigues (REDE). Dos três, apenas Davi não terá o mandato vencendo no dia 1º de janeiro de 2019.

Para Randolfe e Capiberibe (que também poderá disputar o governo do Estado), a renovação da “permissão de senador” inclui a necessidade de enfrentar novos nomes, como do empresário de telecomunicações Fábio Renato (Podemos), o também empresário Jaime Nunes (DEM) e o Promotor Moisés (Patriota), atual secretário de Educação de Macapá.

Fábio Renato, empresário (Podemos). Fotos: Arquivo e divulgação

Bala Rocha, médico e ex-deputado federal

Fátima Pelaes, ex-deputada e atual secretária nacional no governo Temer

Jaime Nunes, empresário

Mas o grid tem ainda veteranos como BalaRocha (Solidariedade), Lucas Barreto, Fátima Pelaes (PMDB) e Gilvam Borges (PMDB). Até agora são 9 possíveis candidatos, mas o número pode mudar.

Há quem aposte que no fim das contas restarão apenas 6 nomes. Tudo porque cada coligação ao governo do Estado terá direito a duas candidaturas. Ou seja, esse cenário vai depender da corrida ao governo e das coligações que serão encabeçadas por Waldez Góes e Davi Alcolumbre, apoiados por pelo menos 20 partidos, e o PSB de João Capiberibe. É possível que o PSTU, a exemplo de anos anteriores, também lance um nome. 

Apesar da dianteira notória de Randolfe Rodrigues nas pesquisas internas de todos os partidos, ele próprio sabe que é preciso olhar sempre para o retrovisor.

Lucas Barreto, ex-vereador

Gilvan Borges, ex-senador

Moisés Rivaldo, promotor de Justiça aposentado

Randolfe Rodrigues, senador

João Capiberibe, senador

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