Servidores da Fundação da Criança e do Adolescente (Fcria) realizaram uma manifestação, nesta sexta-feira (2), pedindo que a Polícia Militar volte a atuar dentro centros de recebem menores infratores, como o Ceseim, no Bairro do Beirol, na zona sul de Macapá.
De acordo com os servidores, desde abril a PM não faz mais a segurança dentro do Centro de Internação Provisória (CIP), Centro Socioeducativo de Internação Masculina (Ceseim) e o Centro de Internação Feminina (Cifem). A PM teria alegado falta de contingente.
Sem a presença dos policiais, afirmaram os manifestantes, servidores e os próprios internos correm riscos, especialmente durante fugas e brigas entre os internos. Também é comum casos de agressão a servidores.
“Estamos reivindicando também a convocação do cadastro reserva do concurso para agregar força de trabalhar e melhores nossas condições”, comentou uma servidora.
O grupo cobrou ainda do governo a aprovação do Plano de Cargos Carreiras e Remuneração, pendente desde 2012.

Jackson de Oliveira, presidente do Sindicato Socioeducativo. Fotos: Divulgação

Servidores da Fcria também pediram a aprovação do plano de carreira
Candidatos do cadastro reserva do concurso de 2018 da Fcria também participaram da manifestação pedindo convocação de técnicos, monitores e educadores. Segundo eles, apesar da formação da primeira turma, o número de servidores não teria sido suficiente para atender as demandas das unidades.