Acusada de matar policial penal deixa de ser monitorada

Éder Ferreira foi morto no dia 12 de novembro de 2021 pela ex-esposa, Maria Darcy
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Por SELES NAFES

A juíza Lívia Cardoso, da Vara do Tribunal do Júri de Macapá, mandou retirar o monitoramento eletrônico da mulher que responde pelo homicídio do ex-marido, o policial penal José Éder Ferreira Gonçalves. A magistrada concluiu que o prazo para uso da tornozeleira já expirou, e que ela não desobedeceu a medida.

Maria Darcy Farias Moraes Gonçalves foi presa na manhã do dia 12 de novembro do ano passado, após matar o ex-marido com uma facada no pescoço, no residencial Vitória Régia, Bairro São Lázaro, zona norte de Macapá.

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Ela foi presa em flagrante por policiais do 2º Batalhão da PM, que a encontraram sentada no sofá da sala após o crime. Uma vizinha relatou aos policiais que tentou estancar o sangramento do policial, mas teria sido impedida por Maria.

Ela o acusava de ter um relacionamento extraconjugal, o que teria motivado a separação. Éder e Maria, ambos de 44 anos, tinham 4 filhos. O homicídio teria sido presenciado pelo mais velho, de 14 anos.

Crime ocorreu no dia 12 de novembro de 2021. Foto: Rodrigo Índio/SN

Ao analisar o pedido da defesa pela retirada do monitoramento, a juíza impôs medidas restritivas, como a proibição de frequentar bares, boates, festas ou qualquer estabelecimento em que haja o consumo de álcool.

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