Acusada de ameaça, diretora da CTMac tem denúncia arquivada

Patrícia Almeida: crime teria ocorrido em março, na sede do Setap; MP não viu crime
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Por SELES NAFES

A justiça acatou o parecer do Ministério Público do Estado e arquivou a denúncia de um funcionário do Sindicato das Empresas de Ônibus do Amapá (Setap) contra a presidente da Companhia de Trânsito de Macapá (CTMac), Patrícia Almeida. Ela era acusada de ameaça.

De acordo com a denúncia, que foi registrada em boletim de ocorrência, o crime teria ocorrido no dia 21 de março deste ano, dentro da sala do analista de transportes Benedito de Jesus Oliveira Pimentel, na sede do Setap.

Ele afirmou que Patrícia teria invadido sua sala, o acusando de tê-la chamado de “filha da puta”. Durante o bate-boca, ele teria pedido calma e alegado que ocorreu algum mal-entendido. No entanto, a presidente da CTMac teria dito que “não manda recado, faz acontecer”.

O analista de transportes alega que passou mal, precisou se medicar e registrou boletim de ocorrência.

Ao analisar o caso, o promotor Felipe de Menezes entendeu que não ficou caracterizado o crime de  ameaça. Para ele, houve discussão acalorada, e entendimentos de cortes superiores definem ameaça como um ato que “deve provir de ânimo calmo e refletido”.

Ele opinou pelo arquivamento da denúncia, o que foi acatado pelo juiz Augusto Leite, do Juizado Especial Criminal.

Patrícia Almeida e dirigentes do Setap travam uma guerra judicial por causa do sistema de transportes coletivos da capital há pelo menos 3 anos.  

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