Por RODRIGO DIAS
Um criminoso conhecido como “Gustavinho” morreu em confronto com policiais militares da Patamo nesta quarta-feira (2). O homem era acusado de roubar e espancar um motociclista que trabalhava como motorista de aplicativo – crime ocorrido na noite anterior.
Segundo o major Wendel Oliveira, comandante da Patamo, o trabalhador realizava uma corrida do centro para o Bairro Amazonas, na zona norte da capital, e, ao chegar no destino, ele foi abordado por Gustavinho e um comparsa, ambos com armas de fogo. A vítima foi agredida e teve sua motocicleta roubada.

a motocicleta roubada foi recuperada numa área de mata a 300 metros casa onde ocorreu o confronto. Foto: Rodrigo Dias
Após o registro do boletim de ocorrência, a PM do Amapá iniciou uma investigação com base nas características dos suspeitos. A equipe da Patamo chegou até uma residência na Rua Quilombo do Curiaú, no Bairro do Ipê, onde os criminosos estariam escondidos. Ao entrar na casa, os policiais foram recebidos a tiros.
“Um deles disparou contra a equipe e, em legítima defesa, foi necessário o revide. Ele foi alvejado. Os outros dois fugiram”, relatou o major Wendel.
O Samu foi acionado e confirmou o óbito de Gustavinho no local. Com o criminoso, foi apreendida uma pistola calibre 380, um carregador e diversas munições.

Confronto foi com a equipe da Patamo. Foto: Rodrigo Dias
Segundo a polícia, Gustavinho disparou pelo menos cinco vezes contra a equipe. A motocicleta roubada não foi encontrada na residência, mas testemunhas informaram que os criminosos a levaram em direção a uma área de mata próxima.
“Ele é um infrator conhecido no mundo do crime, com diversas passagens pela polícia por associação criminosa, tráfico de drogas e roubo. É um indivíduo que costumava agir com muita violência e hoje confrontou nossas equipes”, acrescentou o major.

Gustavinho era velho conhecido no mundo do crime, segundo a polícia. Foto: Rodrigo Dias
A Polícia Militar informou que a motocicleta roubada foi recuperada numa área de mata a 300 metros casa onde ocorreu o confronto e devolvida ao trabalhador de aplicativo.
“Pela misericórdia de Deus, conseguimos recuperar o bem móvel do trabalhador. Seu veículo com o qual ele ganha o pão de cada dia que leva para sua casa”, finalizou o major Wendel.