Por RODRIGO DIAS
O médico Jacó Paes, conhecido por sua dedicação em cuidar da saúde das pessoas na capital e no interior do Amapá, agora dedica parte do seu tempo a outra causa nobre: alimentar e saciar a sede dos animais de rua. Utilizando canos de PVC, ele ‘fabrica’ comedouros e bebedouros que são instalados em diversos pontos da cidade.
Os vídeos da iniciativa, compartilhados no perfil do médico nas redes sociais, mostram o passo a passo da produção dos equipamentos, que são simples, mas eficazes.
“Um gesto simples pode fazer a diferença. Alimentando e cuidando dos nossos amigos de quatro patas com amor e respeito”, afirma Jacó em suas publicações.

Um gesto simples, mas que pode fazer a diferença: médico usou criatividade …

… para cuidar de cães de rua. Fotos: Divulgação
A ação do médico tem gerado grande repercussão nas redes sociais, com muitos internautas elogiando e se oferecendo para fazer parte da iniciativa.
Ao portal SN, Jacó disse que a lealdade e o amor incondicional de seu fiel companheiro Thor, um cãozinho que o acompanha há 9 anos, foi o que lhe inspirou a criar o projeto inovador para ajudar animais de rua.
Sensibilizado com a situação dos bichinhos que vivem em condições precárias, alimentando-se de restos de comida e muitas vezes vítimas de maus-tratos, Jacó decidiu agir.
“A convivência com o Thor me mostrou a importância de oferecer conforto e cuidado aos animais”, relata Jacó em entrevista ao portal SN. “Foi assim que surgiu a ideia de criar comedouros e bebedouros para cachorros, proporcionando um pouco de alívio e carinho para esses amigos peludos”.

Canos de PVC dão esperança a animais abandonados
O projeto, que ainda está em fase inicial, consiste na instalação de comedouros e bebedouros em pontos estratégicos não só na capital, onde há maior concentração de animais de rua, mas também em outras cidades.
Jacó espera que a iniciativa possa fazer a diferença na vida desses animais e inspirar outras pessoas a se juntarem à causa.
“Os cachorros são criações domésticas de Deus, indefesos e dependentes do que encontram nas ruas ou daquilo que as pessoas oferecem”, concluiu Jacó.