Sem a acesso a inquérito da PF pela 2ª vez, prefeito troca advogada

Advogada Amanda Figueiredo deixou de atuar como titular em todas as ações de Furlan; pedido sobre Operação Paroxismo já tem novo defensor
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Por SELES NAFES, de Macapá

No mais recente requerimento para acessar o inquérito da Operação Paroxismo, da Polícia Federal, o prefeito de Macapá, Antônio Furlan (MDB), passou a ser representado pelo advogado Paulo Guerra Medeiros, indicando uma possível quebra na relação de confiança na condução jurídica de parte dos processos. Amanda Figueiredo era a defensora exclusiva desde a época em que Furlan era deputado estadual e líder do governo Waldez (PDT) na Alap. 

Desde o ano passado, Furlan tenta acessar o inquérito da Operação Paroxismo, da PF e MPF, que investiga o direcionamento da licitação de R$ 63 milhões para a contrução do Hospital Municipal da Zona Norte de Macapá.

A suspeita é de que a empresa Santa Rita Engenharia tenha sido beneficiada pela prefeitura num jogo de cartas marcadas na licitação. A operação, autorizado em outubro pelo TRF1, teve apreensão dos celulares de Furlan e da esposa, além da prisão de Rodrigo Queiroz, dono da empreiteira.

Paulo Guerra é o novo advogado na ação penal derivada da Operação da PF

Em outubro, dois pedidos de Furlan de acesso ao inquérito foram negados pelo desembargador federal. No fim de novembro, já com novo advogado, Furlan fez uma reclamação no STF contra o magistrado.

No entanto, a substituição de advogados ainda não produziu resultados. O ministro Alexandre de Moraes entendeu que o acesso não é possivel porque ainda existem diligências sendo realizadas pela PF, e o acesso às provas neste momento poderia comprometer a investigação.  

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