Defesa esclarece prisão de condenado por roubo

A ordem judicial foi expedida porque o réu não se apresentou em juízo para início do cumprimento da pena.
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Da REDAÇÃO

A defesa de Tárcio Santana Barriga, preso na última terça-feira (26) pela Polícia Civil do Amapá, esclareceu que a prisão do cliente não está relacionada à condenação de 25 anos por roubo, divulgada à época do assalto a uma agência bancária em Pedra Branca do Amapari, em 2019.

Segundo o advogado criminal Osny Brito, o Tribunal de Justiça do Amapá revisou a sentença em 2022, após recurso, e reclassificou o crime para furto, aplicando pena apenas de 1 ano e 1 mês. A condenação, no entanto, foi posteriormente extinta por meio de indulto presidencial.

De acordo com o advogado, o mandado de prisão cumprido pelo Núcleo de Capturas da Polícia Civil nesta semana decorre de outra ação penal, referente a crime de receptação, com pena de 1 ano de reclusão. A ordem judicial foi expedida porque o réu não se apresentou em juízo para início do cumprimento da pena.

O caso de maior repercussão envolvendo Tárcio remonta ao assalto em Pedra Branca, em 2019, que teve como líder o sargento da Polícia Militar conhecido como Bararuá. Na ocasião, houve confronto com o Batalhão de Operações Especiais (Bope), que resultou na morte de um dos criminosos e na prisão de outros integrantes do grupo, entre eles o próprio militar.

A defesa reforça que a prisão recente não guarda relação com aquele episódio, já reformado pela Justiça e posteriormente alcançado pelo indulto.

“Com a prisão, adotaremos as medidas cabíveis para restabelecer a liberdade do acusado”, afirmou Osny Brito.

Seles Nafes
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