Por SELES NAFES, de Macapá
A crise parece não ter fim em Oiapoque, município a 590 km de Macapá. Depois de ter o prefeito cassado por compra de votos nas eleições de 2024, a cidade agora não tem como pagar os salários da maior parte de seus servidores municipais, referentes a dezembro de 2025.
Todos receberam o 13º salário em dezembro, mas as duas categorias mais numerosas, da Educação e Saúde, que representam 70% da folha de pagamento, ainda não viram a cor dos salários de dezembro.
A situação não chega a ser uma novidade na cidade, que tem visto protestos constantes de categorias por vencimentos em atraso. Oiapoque está sendo governada há cerca de um mês pelo presidente da Câmara, Guido Mecânico (PP), que decidiu manter todos os secretários do ex-prefeito Breno Almeida (PP).

No dia 16 de dezembro, Breno repassou prefeitura a Guido
A cidade terá uma nova eleição para prefeito em abril, por determinação do TRE, após a anulação dos votos da chapa vencedora. Oiapoque vem sofrendo com a disparada da migração estimulada pela expectativa do petróleo, que ainda está em fase de pesquisas.

