Jovem é morto a facadas em possível crime passional

Arthur Vilhena Almeida, de 21 anos, foi atacado em frente a uma mercearia no bairro do Muca quando estava na companhia de outra jovem; acusado fugiu e segue sendo procurado
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Por OLHO DE BOTO, de Macapá (AP)

O que era para ser apenas um passeio terminou em uma cena de terror que chocou moradores da zona sul de Macapá. Um jovem de 21 anos foi brutalmente assassinado a facadas na tarde desta terça-feira (2), na Rua Remo Amoras, principal via do bairro Muca. A vítima, Arthur Vilhena Almeida, conhecido como “Machadinho”, foi atacada com extrema violência em frente a uma mercearia. Segundo informações levantadas no local, o agressor desferiu diversos golpes de faca, inclusive no rosto da vítima, e só teria parado quando o cabo da arma quebrou durante o ataque.

O principal suspeito é Alexandre Quaresma, que fugiu logo após o crime e segue sendo procurado pelas forças de segurança. De acordo com familiares, Arthur estava em casa quando foi convidado por uma mulher para sair. O casal caminhou apenas alguns metros antes de ser surpreendido pelo criminoso, que, segundo relatos, já estaria rondando a região à espera da vítima.

Arthur foi atacado na calçada sem chance de defesa. Fotos: Olho de Boto/Portal SN

Polícia informou que jovem saiu de casa após receber convite de outra jovem, mas estava sendo aguardado

A principal linha de investigação aponta para um possível crime passional. Moradores informaram à polícia que Arthur estaria mantendo um relacionamento com a companheira do suspeito, circunstância que agora será apurada pela Polícia Civil.

O tenente Braga, do 1º Batalhão da Polícia Militar, informou que as equipes realizaram buscas imediatas na região para tentar localizar o acusado, mas, até o fechamento desta reportagem, ele não havia sido encontrado.

Enquanto a perícia concluía os trabalhos na cena do crime, familiares e moradores acompanhavam, consternados, a movimentação policial diante de mais um homicídio registrado na capital.

A Polícia Militar reforça o pedido para que qualquer informação sobre o paradeiro de Alexandre Quaresma seja repassada por meio do telefone 190. A denúncia é sigilosa e a identidade do informante será preservada.

O caso agora será investigado pelo delegado Carlos Mazureck, da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), que também esteve no local e segue em busca de esclarecer as circunstâncias do crime.

Seles Nafes
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