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O advogado e ex-assessor do Deputado Júnior Favacho (PMDB), Daniel dos Santos Dias, se posicionou neste sábado, 5, sobre a reportagem veiculada neste site na última sexta-feira, 4, sobre a investigação do Ministério Público no Estado.

De acordo com ele, o dinheiro depositado em sua conta não era propina para que a Assembleia Legislativa aprovasse a transferência da concessão da estrada de ferro para a mineradora Zamin.

Daniel dos Santos informou que trabalhou como assessor do deputado na época que o parlamentar, que também é empresário, começou a construção de um condomínio no Distrito da Fazendinha.

“Não sou delator. Fui prestar depoimento de forma espontânea na Polícia Federal e posteriormente ao Ministério Público do Estado para esclarecer pontualmente os investimentos que foram feitos com o dinheiro. Tudo se tratava de um investimento comercial nas obras do condomínio”, pontuou.

O advogado ainda esclareceu sobre a compra de maquinários, que incluíram caminhões e tratores. A Justiça determinou o sequestro dos veículos durante a operação “Caminho do Ferro”.

“É claro que o dinheiro foi investido na compra de caminhões e tratores, porque isso era a finalidade da parceria entre o deputado e o empresário investidor (Carlos Daniel Magalhães)”, destacou Daniel.

Daniel garantiu que em nenhum momento declarou em seus depoimentos que o dinheiro se tratava de propina.

“Reforço que o dinheiro é um investimento comercial, e que só emprestei minha conta porque o deputado estava impedindo por questões judiciais”, comentou o advogado e ex-assessor.

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