Desaparecimento de estudante é mistério

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“Eu vou até o fim do mundo para ter minha filha de volta”. A frase é de um pai desesperado por notícias da filha. O soldado do Corpo de Bombeiros José Antônio Anjos busca desde domingo, 30, respostas para o desaparecimento da estudante Merian Espíndola, de 15 anos. A Polícia Civil já considera a menina desaparecida e começou a investigar o caso.
Devia ser um domingo comum para a família “Anjos”, mas, segundo o pai da menina, tudo aconteceu muito rápido. A adolescente sumiu por volta das 10h30min da frente de casa, localizada na 1ª Rua do Bairro Murici, no Distrito da Fazendinha. Merian estava limpando a frente de casa quando desapareceu. “A mãe a procurou para ir ao comércio, mas ela não respondia. Procuramos e ligamos para o celular dela, mas encontramos o aparelho em cima da cama. Aí percebemos que ela não levou nada. Havia uma marca de pneu na frente de casa. Então percebemos que ela havia sido levada”, contou o pai emocionado. “Ela não deixava ninguém tocar naquele celular. Quando vimos que ela deixou o aparelho percebemos que algo estava errado”, acrescentou.

Estudante com os pais: sem motivos para fugir. Celular que ninguém podia usar ficou para trás

Estudante com os pais: sem motivos para fugir. Celular que ninguém podia usar ficou para trás. Foto: Álbum de família

Segundo familiares, Merian Espíndola é calma e obediente. Mora com os pais e duas irmãs na Fazendinha. A adolescente estuda na oitava série da Escola Estadual Maria de Nazaré. Segundo a mãe, Odinéia Espíndola, ela tem poucos amigos e uma rotina comum. “Pela manhã ela vai para o projeto Bombeiro Mirim. Fica à tarde com a gente em casa e à noite estuda. Minha filha não fugiu. Ele foi levada”, acredita a mãe. 
Os pais já foram em todas as casas onde a menina poderia estar. O pai diz que não vê motivo para uma fuga da adolescente já que não houve nenhum conflito naquele dia. De acordo com a polícia, o caso é incomum, já que não há pistas da localização da estudante. “Ninguém estava na rua, não há câmeras próximas à casa dela. Além disso, ela não levou absolutamente nada dos pertences pessoais. Trabalhamos com muitas hipóteses, mas poucas pistas”, declarou o agente Jorge Brito, da 2ª DP de Santana.
A família espalhou fotos da estudante em Santana e Macapá, além das redes sociais. As polícias Rodoviária, Civil, Militar e Federal também foram informadas. “Quem pegou ela irá pagar caro. Peço a Deus forças para encontrá-la”. Quem estiver informações sobre a estudante pode entrar em contato com os pais da jovem pelo número 99125-0706 ou 98135-5885.

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