Concurso da PM: candidatos se preparam para mais 5 fases

Aprovados preparam-se para enfrentar o TAF; 300 candidatos serão chamados inicialmente.
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CÁSSIA LIMA

Os mais de 1,4 mil aprovados na primeira fase do concurso da Polícia Militar do Amapá ainda terão de enfrentar cinco fases do processo. Passada a prova escrita e redação, os candidatos têm entre as etapas, a que mais elimina os participantes, o Teste de Aptidão Física (TAF).

A Fundação Carlos Chagas, responsável pelo concurso, ainda não divulgou as datas das novas fases. Mas, de acordo com a Secretaria de Estado da Administração (Sead), o cronograma com os prazos deve ser divulgado após o dia 9 de novembro, que é quando sai o resultado final da primeira fase.

Após isso, inicia a fase documental seguida pelo TAF, exames psicológicos, avaliações da saúde e investigação social. O candidato que passar por todas essas etapas, enfim, deve começar o Curso de Formação de Soldado.

A jornalista Graziela Miranda (na foto de capa), aprovada na primeira fase, já iniciou os exercícios para enfrentar o TAF. Ela treina há um mês natação com profissionais habilitados para se garantir nas provas. A meta é se preparar para os treinos mais pesados.

“Primeiramente, estou fazendo o trabalho de fortalecimento muscular, pois tudo tem que ser feito em etapas. Eu faço natação porque não tinha muita noção de como flutuar de modo que eu não me canse”, falou a candidata.

Leandro Santos, de 26 anos, aprovado na primeira fase, também não perdeu tempo. Ele procurou um militar para se preparar para a prova. O candidato já começou a fazer testes preliminares.

“Tive que me adaptar aos exercícios, pois eu era sedentário. Mas até que a adaptação foi rápida, lógico que tive dificuldades no início. Porém, estou conseguindo fazer os exercícios, e continuo com o treinamento para poder ganhar mais resistência”, disse o aprovado.

Segundo a Sead, inicialmente, serão chamados 300 aprovados. Outros 900 ficarão no cadastro reserva. Um requerimento aprovado pela Assembleia Legislativa do Amapá sugere ao governo, chamar mais 100 aprovados no concurso, além dos 300 previstos no edital. A proposta está em análise.

O governo do Amapá estuda chamar 100 pessoas a mais que o divulgado inicialmente no edital do concurso da Polícia Militar. A mudança de 300 para 400 contratos foi provocada pela Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Amapá (Alap). A proposta está em análise.

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