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SELES NAFES

O promotor aposentado Moisés Rivaldo, preso pela Polícia Federal por exploração ilegal de ouro, disse em depoimento que pagou cerca de R$ 800 mil a Cooperativa de Garimpeiros do Lourenço (Cogal), em Calçoene, para ter o direito de explorar ouro na região. Ele está preso desde a última sexta-feira (1º), quando foi deflagrada a Operação Minamata, da Polícia Federal e Ministério Público Federal (MPF).

O pagamento pelo uso da mina, que oficialmente estaria interditada pelo DNPM, teria sido feito em parcelas. Promotor Moisés ainda teria feito o pagamento de R$ 100 mil ao advogado Agord Pinto, também conduzido coercitivamente na operação. O pagamento teria sido um pedido da direção da Cogal.

A Procuradoria da República deve emitir parecer ainda nesta segunda-feira (4) sobre o pedido de revogação da prisão preventiva feito pela defesa de Moisés Rivaldo. 

“Fizemos três pedidos: a prisão especial, que foi concedida; a revogação da preventiva, e ainda a prisão domiciliar”,  explica o advogado criminalista Cícero Bordalo Júnior. 

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