Com casos internos, alunos da Unifap discutem assédio sexual

Casos estão sendo apurados, mas é preciso entender que existem aspectos que caracterizam o assédio sexual
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SELES NAFES

Com cerca de 7 mil alunos, a Universidade Federal do Amapá é uma grande comunidade. Por isso, não são raros os conflitos. Um deles é o assédio sexual. O problema é tão preocupante que virou tema de um seminário que será realizado neste sábado (15), a partir das 9h.

O objetivo do evento é nivelar informações com professores, alunos, servidores e funcionários terceirizados. Esta última categoria, inclusive, se inscreveu em massa para assistir à palestra.

“Já foram mais de 100 inscrições”, revela o coordenador do evento, Marcel Lopes Amoras, referindo-se ao interesse sobre o assunto.

Não existe um levantamento exato, mas vários casos de assédio sexual estão sendo apurados na Corregedoria e na Ouvidoria da Unifap.

“Existem casos sendo apurados de funcionário para funcionário, de professor para aluno, aluno para aluno. Todos esses tipos de casos existem na Unifap”, explica Amoras.

Há vários tipos de casos sendo apurados. Foto: Arquivo/SN

Os palestrantes vão explicar, por exemplo, as diferenças entre o assédio sexual e a tradicional cantada.

“Existem situações que não se caracterizam. São meras cantadas. Para ser assédio precisa haver repetições. É preciso saber a diferença e quais as ferramentas para denunciar, que aqui na Unifap são a Ouvidoria e a Corregedoria”, ensina o coordenador.

Representantes de todos os departamentos da comunidade acadêmica irão participar, como a reitoria e o Diretório Central dos Estudantes (DCE).

As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas na hora do evento, que será realizado no auditório do Departamento de Letras e Artes.

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