Parceria entre PM e Amcel garante sucesso de projetos sociais

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INFORMATIVO

As atividades de duas importantes iniciativas sociais coordenadas pela Polícia Militar do Amapá encerraram o ano de 2018 com chave de ouro. As programações de encerramento dos projetos “Judô a favor da Comunidade” e “Peixinhos Voadores” tiveram competições, apresentações para os pais, premiação e entrega de certificados. Os treinos retornarão em 2019.

Além incentivar a prática esportiva e os estudos, os projetos evitam que crianças e adolescentes se aproximem da criminalidade. As duas iniciativas foram abraçadas pela parceria da Amapá Celulose (Amcel). Sediada em Santana, a empresa fornece quimonos, tatames e outros materiais para as práticas esportivas.

A favor da comunidade

O programa “Judô a favor da Comunidade” foi idealizado pelo sargento André Moraes, do Batalhão Ambiental de Santana. As atividades iniciaram em março deste ano, na sede do batalhão. As aulas ocorrem nas terças e quintas-feiras, pela manhã de 8h às 9h30min, e a tarde de 14h30min às 16h.

Ao final das atividades, 27 pequenos judocas concluíram as etapas ensinadas em 2018.

Novos judocas treinados nas artes marciais e na cidadania. Fotos: Amcel/Divulgação

Peixinhos Voadores

As atividades do programa Peixinhos Voadores iniciaram no mês de março de 2018, com 200 alunos de idades entre 7 e 17 anos. Com o apoio de parceiros, como a Amcel, hoje o projeto já disponibiliza materiais de aprendizado da natação, como pranchas, macarrão, flutuadores, entre outros equipamentos.

É na piscina da PM, no quartel do Comando geral, em Macapá, que crianças entre 7 e 10 anos aprendem a nadar. Elas chegam sem sequer saber flutuar e saem já encaminhadas a treinar a nível competitivo. Outros, acima de 10 anos, começaram a nadar os 25 metros e buscaram melhorar a técnica, marcas de tempo em diferentes distâncias e estilos de nado.

Crianças que nem sabiam flutuar na água terminaram o projeto nadando com facilidade

Encerramento teve presentes e entrega de certificados

O projeto também atende crianças especiais ou com limitações físicas. Este ano, 10 crianças com necessidades especiais ou com alguma limitação física se tornaram peixinhos voadores. Os mais comuns são crianças autistas, que requerem uma atenção dobrada. É um desafio para os instrutores trabalhar a socialização com as demais crianças na piscina.

Para os coordenadores do projeto, as atividades de 2018 foram importantes porque além da natação, o projeto trabalhou, ainda, aspectos de cidadania, respeito, valores morais e éticos.

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