Mãe pede doações para bazar e rifa que custearão tomografia de bebê

Com apenas 31 semanas de gestação, Ayla Valentina nasceu em um parto prematuro
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RODRIGO INDINHO

“Não aguento mais esperar, tenho medo de perder minha filha, só eu e meu marido sabemos o que passamos. Decidi fazer algo pra salvar a vida da minha filha, não aguento mais esperar pelo Estado”. O relato emocionante é de Andressa Nayane, de 23 anos, mãe da pequena Ayla Valentina, de três meses de idade, que ao nascer foi diagnosticada com um coágulo de sangue na cabeça.

A dona de casa decidiu criar uma campanha na web para conseguir doações de roupas e prêmios. O objetivo é realizar um bazar e uma rifa beneficente para que a criança possa realizar uma tomografia urgentemente.

Parte da rotina da criança é se sufocar e chorar bastante, aparentando sofrer fortes dores

Com apenas 31 semanas de gestação, Ayla Valentina nasceu em um parto prematuro. A mãe ao saber do diagnóstico da filha, foi orientada, ainda na maternidade, a buscar por atendimento no Hospital de Clínicas Alberto Lima (HCAL) para realizar uma segunda tomografia.

“O pedido da médica é para que a minha filha possa tomar a medicação correta para remover o coágulo de sangue da cabeça dela, o ruim é que demoramos pra marcar a consulta e agora ainda mais na fila de espera”, disse, chorando, Andressa Nayane.

Ayla, uma irmã, a mãe e o pai, que é cadeirante, residem no conjunto habitacional Macapaba 2

A mãe conta ainda, que parte da rotina da criança é se sufocar e chorar bastante, aparentando sofrer fortes dores. Ela pretende realizar o bazar e a rifa em janeiro para angariar o valor de R$ 1,6 mil para realizar a tomografia da filha em um hospital particular.

“Preciso salvar minha filha e com a saúde pública precária desse jeito, busquei essa alternativa. Conto com a ajuda da população pra me doar roupas para o bazar e prêmios para eu sortear na rifa ainda nesse mês de janeiro, se Deus quiser. Eu não aguento mais ver minha filha sofrer”, disse Andressa, muito emocionada.

Ayla, uma irmã, a mãe e o pai, que é cadeirante, residem no conjunto habitacional Macapaba 2. Quem tiver interesse em ajudar com doações, deve entrar em contato pelo telefone (96) 99908-8542 ou (96) 99199-3249. Os dois números são utilizados como Whatsapp.

Fotos: Rodrigo Indinho/SN

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