Homem é morto a pauladas ao sair de bar

Ayrton de Jesus da Silva estava em regime aberto-domiciliar
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Por OLHO DE BOTO

No começo da manhã deste domingo (28), Ayrton de Jesus da Silva, de 25 anos, detento do regime aberto-domiciliar, foi morto a pauladas após saída de bar, no Bairro Novo Horizonte, na zona norte de Macapá.

O caso aconteceu por volta de 6h, na Avenida Hermes Monteiro da Silva. Segundo testemunhas, vítima e suspeitos se desentenderam e Ayrton levou a pior.

Pedaços de pau usados por irmãos durante a briga. Foto: Olho de Boto

De acordo com o cabo Portela, do 2º Batalhão da Polícia Militar (2º BPM), os infratores foram localizados e capturados a um quarteirão de onde ocorreu o homicídio. Um deles ainda estava com um pedaço de perna manca na mão. 

Os atos de violência que tiraram a vida do detento teriam começado após um desentendimento em uma bebedeira, num estabelecimento 24h, na Avenida Cícero Marques de Souza. Em seguida, na Hermes Monteiro, o trio acertou a vítima com várias pauladas, na região da cabeça.

Homicídio aconteceu na Avenida Hermes Monteiro da Silva

A Polícia Militar foi acionada e prendeu em flagrante os envolvidos: Paulo César Galibi Tunari, de 26 anos; e os irmãos Welison Barbosa da Silva, de 19 anos e Walison Barbosa da Silva, de 20 anos.

Um deles, Walison Barbosa da Silva, foi ferido com duas facadas na barriga e levado ao Hospital de Emergência. Os outros dois foram apresentados no Ciosp do Pacoval.

Welison Barbosa da Silva teria partido para cima do detento após irmão ser esfaqueado

Os ferimento de Walyson teriam sido causados pela vítima. Durante a briga, seu irmão, Welison, teria ido à forra, juntamente com Paulo.

Ayrton de Jesus da Silva tinha passagem pelo Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) por roubo.

Cabo Portela (2º BPM): um dos irmão ainda estava com pedaço de pau na mão quando foi preso

O delegado Luiz Carlos, da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Pessoa (Decipe), está em buscas de provas que possam esclarecer se os três tiveram participação no crime.

Paulo César Galibi Tunari nega envolvimento e diz que passava pelo local quando encontrou a vítima já ferida

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