Bandido morre após segundo confronto com o Bope em 4 dias

Na quinta-feira (9), infrator de vulgo "Tripa" conseguiu fugir após trocar tiros com a PM
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Por RODRIGO INDINHO

Um homem com quatro mandados de prisão em aberto, por diversos, crimes morreu em uma troca de tiros com o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) na tarde desta segunda-feira (13), na zona sul de Macapá.

Segundo o capitão Hércules Lucena, as equipes de Rotam receberam denúncias informando a localização de Paulo Rodrigo da Silva Nascimento, vulgo “Tripa”, de 22 anos. Por volta de 13h, ao tentar dar cumprimento aos mandados na Avenida dos Tamoios, no Bairro do Muca, os policiais foram recebidos a tiros por “Tripa”, que estava armado com um revólver calibre 38.

Arma usada por Tripa. Na segunda vez trocando tiros com a PM, criminoso morreu. Fotos: Rodrigo Indinho

De acordo com a PM, ele era muito perigoso e amedrontava a comunidade do Bairro Universidade.

Na última quinta-feira (9), Tripa e um comparsa tentaram roubar uma mulher na Avenida 26 de Julho, no Bairro do Laurindo Banha, também na zona sul da capital. Um policial à paisana viu toda a ação e reagiu, trocando tiros com os assaltantes.

Bope tentava cumprir mandado contra o infrator

Uma bala perdida atingiu a perna de uma mulher que passava pelo local. A dupla fugiu, mas horas depois foi localizada pela polícia e entrou em confronto com o Bope. Um morreu e “Tripa” foi alvejado na perna, mas novamente conseguiu fugir. Hoje, o criminoso não teve a mesma sorte.

Capitão Hércules Lucena: infrator era conhecido por ser agressivo e roubar estabelecimentos no Universidade

De acordo com o capitão Hércules Lucena, no Universidade, Tripa roubava estabelecimentos comerciais, sempre portando arma de fogo. O militar relatou também os outros crimes no qual o infrator  esteve envolvido. 

“Os crimes eram sempre violentos, com uso de arma de fogo. Tentativa de homicídio, tentativa de latrocínio, roubo a estabelecimento comercial e roubo à residência. Um indivíduo bastante perigoso, causava bastante transtorno à sociedade. Só quem mora no Universidade e que passou na mão do criminoso sabe o quão difícil era para as equipes capturarem esse infrator”, disse o militar do Bope.

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