VÍDEO: Polícia Civil do Amapá desenterra droga escondida em galinheiro

Delegado Sidney Leite, da DTE mostra a droga desenterrada pelos agentes no quintal da casa do acusado
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Por RODRIGO INDINHO

Um homem e uma mulher foram presos com cerca de 4 kg de maconha apreendidos nesta sexta-feira (10) no bairro Brasil Novo, na zona norte de Macapá. Segundo informações repassadas pela Polícia Civil, parte da droga apreendida estava enterrada em um galinheiro, nos fundos de uma casa, na Avenida Caneleira.

Os agentes chegaram até a casa, após realizar a prisão de Jeferson Belo da Silva Santos, o “Bilú”, de 39 anos, horas antes na orla do Bairro Perpétuo Socorro. Ele estava em um carro na companhia de uma mulher distribuindo drogas e possuía uma porção de cocaína, segundo a polícia.

A prisão ocorreu logo depois de ele ter depositado R$ 15 mil em uma conta que será analisada pela Polícia Civil.

Quando a polícia chegou na delegacia, a jovem Tainara Araújo dos Santos, de 24 anos, que havia sido liberada no momento da prisão do acusado, buscou conversar com “Bilú”. Ele teria passado a informação para ela se desfazer de outras drogas.

Bilu e Tainara foram autuados em flagrante. Fotos: Rodrigo Indinho/SN

Os policiais suspeitaram de Tainara e a seguiram até a residência que já era investigada. Ela foi abordada quando desenterrava uma cuba de isopor, com tabletes de crack, num galinheiro no quintal da residência.

A droga foi levada para a delegacia

O delegado Sidney Leite, da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), contou que a apreensão do material e as prisões foram resultado de investigação da Polícia Civil do Amapá através de denúncias da população. Veja vídeo:

No vídeo, o delegado diz que os tabletes seriam de crack, mas após perícia na Polícia Técnico-Científica (Politec) do Amapá foi constatado que se tratava de skank (maconha modificada em laboratório).

Jeferson havia sido preso pela DTE, em novembro de 2018, na ocasião com maconha e crack, e uma pistola. Ele chegou a ir para o Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), mas ficou apenas 15 dias preso. A justiça o colocou em liberdade. Tainara não tinha antecedentes criminais.

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