Após duas semanas de greve, governo e professores sentam à mesa de negociação

Decisão de permanecer em paralisação foi tomada em assembleia na Praça da Bandeira, em Macapá.
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Da REDAÇÃO

Os professores da rede estadual decidiram mais uma vez prosseguir em estado de greve, pelo menos até a primeira reunião na mesa de negociações com o Governo do Amapá, marcada para a próxima sexta-feira (14). A categoria dos profissionais da educação foi a primeira do funcionalismo estadual a conseguir um encontro à parte com o governo, que até então estava tratando com os trabalhadores estaduais apenas dentro da Agenda do Servidor.

A reunião será com o corpo técnico do governo, formado por gestores das Secretarias de Administração (Sead) e de Planejamento (Seplan), além de representantes do Gabinete Civil do Palácio do Setentrião, sede central do Poder Executivo amapaense.

De acordo com Kelson Luís, diretor do Sindicado dos Servidores Públicos em Educação do Amapá (Sinsepeap), a decisão de permanecer de braços cruzados foi tomada em assembleia geral realizada na noite de segunda-feira (10). Segundo ele, a sessão não foi fechada e uma decisão definitiva sobre as paralisações será tomada somente no sábado (15), após a avaliação das propostas da primeira mesa de negociação.

O local da assembleia ainda não foi definido. Desde que o movimento iniciou, em 27 de maio, as decisões democráticas da entidade têm ocorrido na Praça da Bandeira, ao lado do Palácio do Setentrião, no centro de Macapá.

“Estamos em alerta e em estado de greve até o dia 14, quando ocorre a mesa de negociações, que vai ocorrer na Sead. Até lá, é isto”, reforçou o sindicalista.

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