Clécio quer criação de distrito industrial e portuário em Macapá

Termo de cooperação foi assinado entre o prefeito e Conselho de Arquitetura e Urbanismo visando planejamento estratégico da cidade
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Por MARCO ANTÔNIO P. COSTA

A criação de um distrito portuário industrial, na área após o Curiaú até a região do Pau Cavado, na zona rural de Macapá, é um dos chamados “vetores” para o desenvolvimento da capital, apontados pelo prefeito Clécio Luís (REDE). 

O chefe do executivo municipal assinou, na tarde desta terça-feira (11), um termo de cooperação técnica junto com o Conselho Estadual de Arquitetura e Urbanismo para planejar o futuro da cidade, do ponto de vista estratégico.

Com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo, prefeitura traça espaços de desenvolvimento da capital para os próximos anos. Fotos: Marco Antônio P. Costa

A sessão de assinatura foi realizada no Palácio Laurindo Banha, no Centro da capital, e contou também com a presença de arquitetos e da secretaria de planejamento do Município.

Segundo o prefeito, o termo representa um esforço na tentativa de planejar e conduzir, junto com a sociedade civil e o conjunto dos macapaenses, os rumos da cidade.

“Os problemas que temos hoje são oriundos dos erros do passado. Nós temos os problemas do dia-a-dia para resolver, que são muitos. Mas esse passo dado hoje destacará um setor que ficará com a obrigação exclusiva de pensar nos planos mais estratégicos para Macapá”, disse o gestor.

Prefeito Clécio Luís: passo dado para pensar a cidade estrategicamente

Além do distrito industrial, Clécio Luís indicou outros pontos como fundamentais para o planejamento estratégico da capital amapaense: Zona Franca Verde; ligação com as guianas e o restante da América Latina, ao norte; ligação, ao sul, com Almerim (PA) e daí com o restante do país; e o turismo.

César Balieiro (CAU-AP): apoio técnico para planejar a cidade

O prefeito explicou ainda que parte do esforço de planejamento da cidade também está na plataforma digital “Macapá 300 anos”, onde o poder público convoca os munícipes, a academia e profissionais dos vários ramos que pensam a cidade a colaborarem com a formulação de um projeto de futuro para a capital amapaense.

“Esse convênio que o Conselho assinou com o ‘Macapá 300 anos’ visa nosso apoio técnico para o futuro da cidade (…). Por onde olhamos temos correções a fazer e daremos nossa contribuição nesses quesitos que se relacionam com tantos outros fatores que envolvem a qualidade de vida do munícipe e uma cidade melhor”, afirmou César Balieiro, presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Amapá (CAU-AP).

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