Ladrões levam barco avaliado em R$ 45 mil e retiram motor

Amigos do proprietário ajudam a carregar motor encontrado no bairro Pedrinhas, em Macapá. A embarcação foi roubada no Igarapé da Fortaleza, no limite entre os município de Macapá e Santana.
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Por OLHO DE BOTO

Com ajuda da Policial Militar (PM) do Amapá, um pescador da comunidade de Furo dos Porcos (PA) conseguiu reaver o motor de sua embarcação que havia sido furtado do Porto Igarapé da Fortaleza, no limite dos municípios de Santana e Macapá.

O caso ocorreu na madruga de terça-feira (9), quando o pescador José Roberto se preparava para retornar à sua comunidade, depois de dormir em Santana, enquanto aguardava a maré favorável para navegar.

A embarcação furtada encontrada à deriva no Rio Amazonas. Foto: Divulgação

Ainda era de madrugada, por volta de 4h, quando ele chegou ao píer do Igarapé da Fortaleza, onde sempre costuma deixar seu barco ancorado, e viu que a embarcação, avaliada em torno de R$ 45 mil, havia sido furtada.

Desesperado, ele alugou uma voadeira – embarcação pequena, mas veloz – e começou a procurar. No caminho pelo Rio Amazonas, encontrou com um amigo que disse ter avistado a embarcação à deriva.

Eles foram até o local onde, José Roberto constatou que o motor, que pesa aproximadamente uma tonelada, havia sido retirado e levado. Mas, ele não desistiu e, com a ajuda Polícia Militar, encontrou o motor.

O equipamento estava dentro de uma embarcação atracada no Canal das Pedrinhas, na zona sul de Macapá. A polícia fez buscas na embarcação, mas não havia ninguém. O motor foi devolvido ao proprietário, e a embarcação suspeita foi apreendida pela Marinha do Brasil.

O motor foi devolvido ao proprietário. Foto: Olho de Boto/SN

“Eu não desisti porque sabia que não daria tempo deles [os ladrões] terem ido tão longe, por causa da maré”, explicou o pescador, aliviado.

Ele contou que usa a embarcação para trabalhar com pesca e transporte de açaí.

“Esse barco é o meu meio de vida. A gente sai todo dia às 4h da madrugada para ir atrás do peixe e do açaí no Furo dos Porcos e leva para Santana [AP] para vender. É assim que a gente sobrevive. Então, sem o barco, a gente não trabalha”.

Foto de capa: Divulgação/PM

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