Coca-cola confirma apoio para reerguer empreendimentos no Amapá

Senador Randolfe Rodrigues articulou reunião com a multinacional. Segmento de bares e restaurantes amarga fechamento de 39% dos estabelecimentos. Foto: Rodrigo Índio/SN
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Uma reunião nesta quarta-feira (24) entre o diretor da Coca-Cola, Victor Bicca e mais de 20 representantes de diversos segmentos econômicos do Amapá definiu ações de apoio para a reabertura segura de estabelecimentos como bares e restaurantes.

O encontro foi articulado pelo senador Randolfe Rodrigues (REDE) e contou também com participação do Sebrae. O parlamentar amapaense havia solicitado ao presidente da empresa, no último dia 17, apoio a empreendedores locais.

“O cenário do Amapá é um dos mais difíceis do país e muitos setores terão grande dificuldade de se reerguer”, disse Randolfe.

Senador Randolfe Rodrigues: busca por apoio para reerguer setor econômico. Foto: divulgação

Como principal encaminhamento, a audiência definiu pelo lançamento do “Movimento Nós” no Estado, que irá investir na reestruturação de cerca de 1 mil empreendimentos. 

“Nós daremos suporte em diversas frentes, distribuiremos kits saúde, daremos instruções para evitar a proliferação do vírus, divulgação, bem como ações comerciais para o reabastecimento dos comércios”, explicou o diretor da Coca-Cola, Victor Bicca.

Diretor da Coca-Cola, Victor Bicca: suporte em várias frentes

Crise no setor

Na reunião, o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Amapá (Abrasel), Sandro Belo, relatou que antes da pandemia cerca de 1,2 mil empresas do ramo desenvolviam atividades somente em Macapá, o que gerava aproximadamente 16 mil postos de trabalho. A crise da covid-19 levou a 39% das empresas a fechar as portas, segundo o Belo.

Movimento Nós

Além da Coca-cola, o Movimento Nós é formado pelas empresas Ambev, Aurora Alimentos, BRF, Grupo Heineken, Mondelēz International, Nestlé e PepsiCo. Serão investidos cerca de R$ 370 milhões para beneficiar mais de 300 mil pequenos comércios em todo o Brasil, que empregam aproximadamente 1 milhão de pessoas e proporcionam impacto positivo em cerca de 3 milhões de pessoas.

As ações do movimento estão previstas para terem início a partir da autorização da reabertura dos estabelecimentos. Um novo encontro deverá ocorrer nos próximos dias com os representantes de outras multinacionais.

Seles Nafes
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