R$ 14 bilhões: Macapá, Santana e Laranjal do Jari lideram PIB dos municípios

Macapá foi de R$ 10,8 bilhões em 2018 para R$ 11,4 bilhões em 2019.
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A pesquisa Contas Regionais, que detalha a participação dos 16 municípios na economia no Produto Interno Bruto (PIB) do Amapá, ranqueou Macapá e Santana, na Região Metropolitana, e o município de Laranjal do Jarí, no sul do estado, como as cidades com maior riquezas.

A pesquisa, divulgada no último dia 17, é feita pelo Governo do Amapá e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os resultados refletem a riqueza do estado e dos municípios a partir dos três setores da economia e consideram dois indicadores: o PIB municipal, que é soma de todas as riquezas finais produzidas no ano de referência, e o valor adicionado bruto, que mensura quanto cada setor contribui com a riqueza da região.

Nesta ordem, eles ficaram nas mesmas posições do levantamento anterior, de 2017: Macapá (65,5%), Santana (12,15%), Laranjal do Jari (5,55%). Eles concentraram 83,2% de tudo que é produzido na economia amapaense.

Depois deles, vêm Ferreira Gomes (2,83%) e Oiapoque (2,63%), permanecendo nas mesmas posições de participação do levantamento anterior, de 2017.

Macapá, Santana, Laranjal do Jari e Oiapoque apresentaram crescimento do PIB em 2019 em comparação com o ano anterior.

Macapá foi de R$ 10,8 bilhões em 2018 para R$ 11,4 bilhões em 2019; Santana, de R$ 2 bilhões para R$ 2,1 bilhões; Laranjal do Jari, de R$ 897,3 milhões para R$ 970,3 milhões e; Oiapoque, de R$ 423,6 milhões para R$ 460,6 milhões aproximadamente.

Ferreira Gomes, neste período, apresentou leve inflexão, com desvio de R$ 530.632 milhões em 2018 para R$ 494.386 bilhões em 2019. Os cinco municípios com menor participação – Amapá, Cutias, Itaubal, Serra do Navio e Pracuúba, respectivamente – concentraram 2,62% da produção estadual.

Os treze maiores municípios mantiveram posição e participação, enquanto Itaubal ganhou posição e ultrapassou Serra do Navio na participação do PIB estadual, ficando em 14º lugar e Pracuúba, último colocado, cresceu 6,7% em comparação com o 2018 e apresentou a maior participação do setor agropecuário no valor adicionado (22,4%), seguido de Cutias (20,8%), Tartarugalzinho (16,2%) e Amapá (15,7%).

Na atividade industrial, destacaram-se o setor energético e de mineração, tendo Ferreira Gomes a maior participação (72,8%), seguido de Laranjal do Jari (29,4%) e Pedra Branca do Amapari (26,6%) na composição das suas produções.

Já no setor de serviços, que abrange atividades da administração pública e do setor privado, os municípios com maior valor adicionado bruto são Macapá (93,7%), Oiapoque (92,8%) e Santana (92,8%).

Seles Nafes
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