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    Após mortes em presídio, Sejusp quer mudança de protocolos

    Diretor do Iapen. Lucivaldo Costa, e secretário de Segurança, Carlos Sousa: a ideia é conter a entrada de armas e outros materiais. Foto: Rodrigo Índio/SN
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    Por RODRIGO ÍNDIO

    O secretário de Estado da Justiça e Segurança Pública do Amapá, coronel Carlos Souza, afirma que é preciso rever e refazer os protocolos de entrada no Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), após o conflito entre detentos ocorrido na tarde de ontem (6) no Pavilhão F3. Quatro presos ficaram feridos e dois morreram. Facas improvisadas, armas de fogo, celulares, munições e estojos foram encontrados durante uma varredura na cadeia.

    “Existe um problema. Ontem de novo tivemos apreensão de celulares, conseguimos apreender duas armas de fogo provavelmente utilizadas nesses homicídios e nas lesões corporais praticadas, estojo, provavelmente de uma pistola e ela não foi localizada. Imagina o risco disso pros servidores que trabalham lá e pros visitantes”, pontou Souza.

    A ação repressiva já está em discussão.

    “Então temos que fazer uma apuração minuciosa e rigorosa para que nós possamos debelar esse tipo de atitude que vem ocorrendo continuamente na cadeia”, acrescentou.

    De acordo com Lucivaldo Costa, diretor do Iapen, a possível motivação que originou o conflito seria a disputar de poder dentro do pavilhão F3, onde estão presos que saíram de várias facções e que moravam de forma ‘neutra’ nesse ambiente. 

    Armas apreendidas após o confronto

    “Eles conviviam de forma harmônica, mas alguma aconteceu lá dentro que alguém decidiu assumir o poder do pavilhão. Então começou um conflito”, descreveu.

    Alguns responsáveis já foram identificados e os nomes foram repassados ao delegado do caso para a continuidade das investigações. Os envolvidos ficarão isolados em outra área e está sendo avaliada a possibilidade de transferência para outro pavilhão com celas isoladas. Uma portaria que deve sair ainda nesta quinta-feira (7) deve definir se a visitação no presídio será suspensa.

    Seles Nafes
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