Acusado de matar cunhada é flagrado com porções de drogas

Bruno Rafael da Silva do Espírito Santo, o Zumbi, foi preso pela equipe da Delegacia das Mulheres.
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Por OLHO DE BOTO

A Polícia Civil do Amapá cumpriu uma ordem da Justiça e prendeu Bruno Rafael da Silva do Espírito Santo, o Zumbi, de 24 anos, acusado de ser o autor do disparo que matou sua cunhada, Rafaela Gomes da Silva, de 34 anos.

O caso, ocorrido no início deste ano, é tratado pela Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM) como feminicídio.

De acordo com a polícia, Zumbi estava com uma quantia em dinheiro, porções de maconha, crack e cocaína quando foi localizado e surpreendido, em frente a uma casa, no Bairro Perpétuo Socorro, na zona leste de Macapá, mesma comunidade onde ocorreu o tiro que tirou a vida da cunhada.

Zumbi ainda tentou fugir e se desfazer das porções de drogas e do dinheiro, mas foi alcançado pelos investigadores da DECCM, que tiveram apoio de agentes da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP).

Drogas e dinheiro apreendidos com o acusado

Segundo o delegado Bruno Braz, contra Zumbi havia dois mandados de prisão preventiva, um pelo crime de feminicídio e outro por tráfico de drogas.

“Ele é tido pela polícia como uma pessoa perigosa. Além de envolvimento com o crime organizado, responde por tráfico de drogas e pelo femicídio da cunhada. A investigação em relação ao feminicídio continua. Então, tão logo seja concluído será encaminhado para o Ministério Público para que ofereça a ação penal. Ele foi autuado pelo flagrante por tráfico de drogas, mais uma vez”, informou Bruno Braz.

Feminicídio

Rafaela foi morta com um único tiro no peito, no dia 7 de fevereiro desde ano, na Rua Rio Japurá, no Perpétuo Socorro, durante uma discussão com o cunhado, Zumbi, apontado por testemunhas como autor do crime.

Rafaela Gomes da Silva, 34 anos, foi morta com um tiro no peito

A vítima ainda foi socorrida por familiares, mas morreu horas depois, no Hospital de Emergências de Macapá. A motivação do feminicídio ainda é investigada pela Polícia Civil.

Seles Nafes
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