Macapá repassa R$ 1,5 milhão para escolas de samba

Recurso é destinado ao pagamento de fornecedores e colaboradores
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Por IAGO FONSECA

As 10 escolas de samba do Amapá receberam mais R$ 1,5 milhão para realização do Carnaval 2024. Os recursos são parte do repasse tradicional do município, somados a articulações de vereadores da capital, como complemento para pagamento de colaboradores e fornecedores. 

O município entra com R$ 1 milhão, que será dividido em R$ 100 mil para cada escola, enquanto os vereadores André Lima, Maraína Martins, Luane Serrão e Caetano Bentes, atual diretor da Fumcult, alocaram R$ 525 mil em recursos para as escolas Piratas da Batucada e Piratas Estilizados.

“Isso vem em uma hora sensacional e crucial, porque a gente está nos últimos ajustes, nos detalhes finais de pagamento de prestadores de serviço, a compra de últimos materiais pra gente conseguir resolver as últimas demandas. A nossa prioridade é não ficar com dívidas, quitar com todo mundo que a gente fez compromisso”, garantiu Rebeca Lima, presidente da Piratas Estilizados.

As escolas estimam que terão cerca de 1 mil brincantes, cada. Além disso, consideram que os investimentos públicos na festividade permitem que as comunidades aproveitem o evento com segurança e assistência.

Alex Pitell, Piratas da Batucada: melhor espetáculo. Fotos: Iago Fonseca

Rebeca Lima, de Piratas Estilizados: não deixaremos dívidas

Dr Furlan: desfile é a fase final de meses de trabalho

“Quando o Poder Público vem para dentro de um evento, a gente sabe que vai ter segurança, a gente sabe que vai ter logística. Com esse fomento as escolas conseguem promover um melhor espetáculo, consegue melhorar a estética da sua escola, consegue trazer melhores produtos e, acima de tudo, consegue gerar naquele momento emprego e renda dentro da comunidade, dos bairros”, declarou Alex Pitell, presidente do Piratas da Batucada.

Para o prefeito de Macapá, Dr Furlan (Podemos), disse acreditar que o repasse engrandece o Carnaval junto com outros serviços do município como saúde, segurança e limpeza.

“A gente sabe que o desfile é apenas a fase final de meses de trabalho, de empreendedorismo, de geração de empregos temporários e que custa caro. Auxiliamos as escolas e com certeza isso vem para pagar despesas, para maiores investimentos e isso desdobra numa cadeia produtiva muito grande e quem ganha é a nossa cidade”, conclui o Furlan.

Seles Nafes
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