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    Cartas Marcadas: investigados mudaram de endereço ou viajaram para o exterior

    Nesta segunda fase, os mandados foram cumpridos em Macapá, Belém e Marabá.
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    Da REDAÇÃO

    Mais sete ordens judiciais que envolvem um suposto esquema de desvio de recursos públicos da Prefeitura de Mazagão, a 35 km de Macapá, através de fraudes em licitação e posterior lavagem de dinheiro, foram cumpridos nesta manhã de quarta-feira (3).

    A investigação é do Ministério Público do Estado do Amapá, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e do seu Núcleo de Investigações (NIMP). A Operação Cartas Marcadas iniciou-se ontem (2) com uma megaoperação que mobilizou 385 policiais para cumprir 82 mandados de busca e apreensão na primeira fase.

    Nesta segunda fase, foram cumpridos 3 mandados em empresas e 4 em residências de investigados, sendo 1 em Mazagão, 2 em Macapá, 2 em Belém e 2 em Marabá. Em Belém, os mandados foram cumpridos pelo GAECO do MP-PA e, em Marabá, pela Polícia Civil do Pará.

    Segundo o MP, houve a necessidade de postergar os cumprimentos destes mandados em razão de alguns dos investigados estarem em viagem para outro País e, se cumpridos na primeira fase, prejudicaria o recolhimento das provas.

    Gaeco do Ministério Público paraense …

    … deu apoio no cumprimento dos mandados nesta manhã

    Outra dificuldade foi que do início das investigações até a expedição dos mandados, um investigado mudou-se de casa, por isso um novo mandado teve que ser expedido para o seu endereço atual.

    Na primeira fase, ocorreu a prisão em flagrante de uma investigada por posse ilegal de arma de fogo e munições. As provas colhidas durante as buscas serão analisadas e poderão subsidiar as futuras ações penais.

    De acordo com o Ministério Público do Estado, que comandou a operação, uma organização criminosa teria fraudado pelo menos 100 processos licitatórios, em contratos que movimentaram mais de R$ 150 milhões, entre 2020 e 2023. E mais de R$ 200 milhões teriam passado pelas contas bancárias dos envolvidos. Cerca de 60 pessoas são investigadas.

    Seles Nafes
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