Por SELES NAFES, de Macapá (AP)
O Conselho da Comunidade na Execução Penal da Comarca de Macapá (CCEP) se manifestou oficialmente nesta sexta-feira (10) após a prisão de Caroline Ferreira Leitão, motorista terceirizada flagrada com drogas e celulares que seriam destinados a presos no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen). Em nota, o Conselho esclareceu que a investigada não possui qualquer vínculo direto com a entidade. Segundo o posicionamento, Caroline era funcionária da empresa Revivere, contratada para prestação de serviços acessórios no âmbito de parceria firmada com o sistema penitenciário.
O CCEP destacou que não tem ingerência sobre a contratação de pessoal pelas empresas prestadoras de serviço, sendo essa uma responsabilidade exclusiva das contratadas.
Diante da gravidade do caso e da repercussão da operação policial, o Conselho informou que promoveu o distrato imediato com a empresa envolvida, como medida preventiva e de resguardo institucional.

Produtos apreendidos durante a operação. Fotos: Olho de Boto/SN

A entidade também reforçou que atua como elo entre a sociedade e o sistema penitenciário, com foco em ações de assistência, fiscalização e ressocialização de pessoas privadas de liberdade, conforme prevê a Lei de Execução Penal.
Por fim, o Conselho reiterou compromisso com a legalidade, a transparência e a ética, e afirmou que permanece à disposição dos órgãos de controle para colaborar com as investigações e prestar esclarecimentos adicionais.
