Randolfe diz que os próximos anos serão os mais importantes do AP: ‘Congresso não é clube de amigos’

Senador participou de sabatina no rádio nesta quinta-feira (10)
Compartilhamentos

Macapá (AP) – O senador Randolfe Rodrigues defendeu, nesta quinta-feira (10), a continuidade de seu mandato no Senado como forma de ampliar a articulação do Amapá em Brasília. Na sabatina da Diário FM, ele afirmou que a representação parlamentar exige capacidade de negociação e enfrentamento político diante de interesses de outros estados, e que decidiu manter a agenda de entrevistas na imprensa, apesar de uma convocação do presidente da República, porque também considera que é o momento certo de prestar contas com a sociedade.

“Optei pelo povo do Amapá. A gente está sendo candidato para ir para Brasília para trabalhar pelo Amapá. A vida é dura. A gente vai para um plenário com gente que tem interesse contrário ao Amapá e você tem que argumentar. Não é clube de amigos. Brasília é lugar de trabalho. É, sobretudo, de falar para defender o Amapá”, declarou.

Entre os resultados atribuídos ao trabalho parlamentar, Randolfe citou a transposição de servidores para os quadros da União, a reforma do Mercado Central, investimentos no Hospital Universitário e na Unifap, além de recursos destinados ao Porto do Povo, em Santana, e ao Aeroporto Internacional de Macapá. Na educação, destacou ainda a criação da Universidade Federal da Fronteira Norte (Unifron), com sede em Oiapoque.

Sobre a economia do petróleo e gás, o senador disse que o “próximo período será o mais importante da história do Amapá”

O senador também enumerou investimentos em infraestrutura esportiva em diferentes municípios. Entre eles estão intervenções nos estádios Augusto Antunes, em Santana, e Zerão, em Macapá, além de projetos em Oiapoque, Ferreira Gomes e Porto Grande. Randolfe mencionou ainda a implantação ou recuperação de cerca de 30 arenas esportivas em parceria com administrações municipais e estaduais.

Ao projetar um novo mandato, Randolfe apontou a exploração de petróleo na Margem Equatorial como um dos temas que podem transformar a economia amapaense nos próximos anos.

“Eu quero estar em Brasília. Se Deus e o povo permitirem, quero continuar lá porque eu sei que o próximo período é o mais importante para a história do Amapá, sobretudo com o advento do petróleo”, afirmou. 

Seles Nafes
Compartilhamentos
Insira suas palavras de pesquisa e pressione Enter.
error: Conteúdo Protegido!!