Por MARCO ANTÔNIO P. COSTA, do Rio de Janeiro (RJ)
O jornalista, sociólogo e professor Marco Antônio P. Costa foi um dos muitos amapaenses que voaram para o Rio de Janeiro com o objetivo de acompanhar o desfile da Estação Primeira de Mangueira e seu enredo em homenagem ao Amapá e o Mestre Sacaca. Emocionado ver a agremiação passar pela Sapucaí e encontrar a viúva do mestre das plantas medicinais, Marco escreveu uma pequena crônica.
Um Rio de Amapá
Faço esse texto em primeira pessoa. Assim o faço porque é íntimo, pessoal, meu. Digo meu, mas poderia ser de muitos, muitos amapaenses.
Digo há tempos que o Sacaca é a figura, a persona mais “ecumênica” do Amapá. E é! Enorme acerto, portanto, quando a Estação Primeira de Mangueira – hoje, Estação Primeira de Amapá! -, resolve nos homenagear utilizando-o. Nada mais bonito. Nada mais justo.

Marco Antônio ao lado de Alzira
Seles, meu amigo, te escrevo essas letras cheias de emoção depois de ter visto dezenas, centenas, milhares de pessoas cantarem o nosso Amapá neste carnaval que é o maior espetáculo da terra.
As relações Amapá/Rio que na vida do nosso estado, e na minha também, nunca fizeram tanto sentido quanto hoje.
Hoje, te garanto, o Rio de Janeiro é um rio de Amapá.
Seles, meu amigo, te escrevo essas letras cheias de emoção depois de ter visto dezenas, centenas, milhares de pessoas cantarem o nosso Amapá neste carnaval que é o maior espetáculo da terra.
As relações Amapá/Rio que na vida do nosso estado, e na minha também, nunca fizeram tanto sentido quanto hoje.
Hoje, te garanto, o Rio de Janeiro é um rio de Amapá.
