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Os deputados estaduais Moisés Souza (PSC) e Edinho Duarte (PP), presidente e primeiro-secretário, respectivamente, da Assembleia Legislativa do Amapá (ALAP), esclarecem à imprensa e, por conseguinte, à sociedade amapaense que tem sido por orientação de seus advogados que não estão respondendo às sucessivas inserções na mídia de membros do Ministério Público Estadual, que insistem em trazer supostos novos elementos da operação Eclésia.

É em respeito a seus eleitores, correligionários, amigos e simpatizantes, bem como aos cidadãos e cidadãs de bem do Amapá que decidiram fazer esta pontual intervenção.

Moisés Souza e Edinho Duarte são dois políticos de inegável e consolidada carreira pública, daí manifestarem total confiança de que no momento oportuno e no foro apropriado poderão exercer sua plena defesa e o que a legislação preconiza chamar de direito do contraditório.

Com relação ao mérito das acusações que lhes são assacadas, ratificam não terem nenhuma responsabilidade por eventuais erros processuais ou falhas administrativas, mas que estão envidando todos os esforços para elucidar uma a uma as denúncias e se for o caso, reparar as incorreções e responsabilizar a quem de direito.

O rumoroso processo contra a Assembleia Legislativa é extenso, cansativo e tem provocado por parte da defesa dos parlamentares muita atenção e foco. Mas é grande a confiança de que tudo será esclarecido e sua inocência comprovada.

À sociedade, deixam uma mensagem de confiança, pois entendem haver motivações outras nesta inédita e desproporcional intervenção de alguns membros do Ministério Público Estadual, que se contrapôs à postura de independência e força da Assembleia Legislativa.

Aos fatos jurídicos, os remédios jurídicos. Aos fatos políticos, os remédios políticos, sustentam os deputados.

 

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