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Em uma semana o Ibama mapeou 426 focos de incêndio em todo Amapá. Só na segunda-feira, 28, foram registrados 26 focos espalhados pelos municípios de Tartarugalzinho, Oiapoque e Calçoene. O Ibama e o Instituto Chico Mendes (ICMBio) estão pedindo ajuda do governo federal para aquisição de equipamentos de combate a incêndios em floresta.

Segundo previsões de meteorologistas, esse ano será o mais quente no Estado. Com o aumento do calor é inevitável o aparecimento de focos de incêndio. Hoje o Prevfogo, órgão ligado ao Ibama, conta apenas com 30 brigadistas e o ICMBio com 28, para combater os incêndio em todo o Amapá.

No mapa do Amapá, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostra as zonas de risco

No mapa do Amapá, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostra as zonas de risco

O Ibama e o ICMBio mandaram uma proposta para Brasília solicitando mais apoio para a prevenção aos incêndios. A ideia é adquirir material para as equipes que trabalham diretamente nas regiões onde os focos são mais intensos.

“Às vezes se faz necessário que as equipes permaneçam nas áreas para intimidar os engraçadinhos que colocam fogo no mato. A maioria dos incêndios é criminosa e outros por descuido mesmo. O sujeito vai caçar ou pescar, faz a fogueira para preparar o alimento e não apaga o fogo direito, causando o incêndio. Na solicitação, nós fizemos pedido de materiais como, bomba de água, abafador e barracas”, explica Leozildo Benjamim, instrutor do Prevefogo.

Leozildo Banjamim, do Prevfogo: pedimos ajuda do governo federal

Leozildo Banjamim, do Prevfogo: pedimos ajuda do governo federal

Os municípios de Itaubal, Mazagão e Amapá, não têm equipes instaladas, por isso os técnicos do Prevefogo foram na semana passada até essas localidades treinar novos brigadistas. Ao todo, 70 homens da guarda florestal receberam instruções de combate a incêndios.  

 

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