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Exoneração em massa 1

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Os números ainda não são precisos, mas a quantidade de exonerações será gigantesca no governo do Estado nos próximos dias. A reorganização começou pela Secretaria de Comunicação Social do Estado. Quase todos os jornalistas foram exonerados. Gestores que estão assumindo agora as secretárias e órgãos estratégicos estão descobrindo aos poucos como está pesada máquina deixada por Camilo Capiberibe.

Exoneração em massa 2

Só no gabinete civil existem mais de 200 cargos, todos criados oficialmente por meio de lei aprovada pela Assembleia Legislativa. Isso sem falar dos gabinetes Militar, Institucional e Governadoria.

Do zero

Outro obstáculo encontrado pela nova equipe é a ausência de informações e documentos. Computadores tiveram arquivos apagados, e não é possível saber, por exemplo, a quem se deve e nem o tamanho da dívida. “De vez em quando aparece um fornecedor que a gente desconhecia cobrando dívida”, comentou uma fonte do Palácio.

Adjunto

Uma das pratas da casa do PDT também está de volta ao Palácio do Setentrião. Trata-se do ex-diretor da Rádio Difusora de Macapá, Carlos Marques. A missão agora é a Secretaria Adjunta de Governadoria.

Fiscalização

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No twitter, o ex-governador Camilo Capiberibe criticou o suposto fechamento da UPA da Zona Norte. O novo governo alega falta de pessoal para dar atendimento ao público. Na verdade o lugar já vinha enfrentando dificuldades por falta de profissionais. Para o ex-governador, a solução é simples: basta aprovar um projeto de lei que ele deixou pronto e chamar os concursados. Só não explicou porque não fez isso quando podia.

Orçamento

A nova gestão alega que com o orçamento de 2015 “fechado”, e ainda sem saber o valor real de dívidas, não seria possível planejar o pagamento de salários para novos servidores da saúde. Mas fechar completamente a UPA também é difícil de entender. 

Cultura e crise política

 

A nomeação do novo secretário de Cultura, Disney Silva, causou atrito dentro do próprio PMDB. Disney foi indicado por Gilvam Borges, o que deixou extremamente irritado um antigo aliado de Gilvam, Popó, que já chegou a comandar a Federação de Teatro do Amapá. Dizem que teve até bate boca por conta da nomeação. 

 

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