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Até o fim deste ano 30 abrigos de mototaxistas e taxistas serão construídos na cidade de Macapá com uma grande diferença em relação aos demais: terão banheiro e mini-copa. Uma reunião no sábado, 28, na sede da Companhia de Trânsito de Macapá (Ctmac) definiu o projeto para as obras.

A previsão é que em quinze dias os recursos sejam liberados pelo governo federal. A proposta é construir um banco coberto, como os que já existem para mototaxistas, com a diferença de ser um espaço mais confortável. “Nós queremos que esses abrigos sejam adaptados para ter banheiro, bebedouro e um telefone público para atender aquela área”, pontuou o presidente do Sindicato dos Taxistas de Macapá, Risonilson Barros.

Reunião definiu que um fórum será realizado para discutir as necessidades do trânsito da capital. Fotos: Cássia Lima

Reunião definiu que um fórum será realizado para discutir as necessidades do trânsito da capital. Fotos: Cássia Lima

Durante a reunião na Ctmac, as duas categorias solicitaram mais sinalização em Macapá. “O melhor dessa reunião foi que nós discutimos a real necessidade do trânsito, qual a prioridade. Não podemos pavimentar todas as ruas, mas podemos amenizar os gargalos. Um deles é a sinalização pedida pelos taxistas e mototaxistas”,  ressaltou Randolfe Rodrigues, que conseguiu emenda de R$ 500 mil para a construção dos abrigos.

Risonilson Barros, presidente do Sindicato dos Taxistas: mais sinalização

Risonilson Barros, presidente do Sindicato dos Taxistas: mais sinalização

Atualmente, a capital possui 925 táxis e mais de 1.300 mototaxistas legalizados. Durante a reunião, ficou acertado que serão construídos 15 abrigos, 12 no de Centro da cidade. Os abrigos devem ser usados pelas duas classes que mais utilizam a malha viária de Macapá. “Eles são usuários das ruas e conhecem as demandas. Então combinamos de realizar um fórum para discutir todos os problemas do trânsito da cidade”, adiantou a diretora-presidente da CTMac, Cristina Baddini.

No próximo dia 10 de abril uma segunda reunião, marcada na prefeitura, encerrará o assunto ouvindo o prefeito de Macapá e o Sindicato das Empresas de Transporte do Amapá (Setap). 

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