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A Polícia Federal realizou na manhã desta quarta-feira, 7, uma operação em prédios da Assembleia Legislativa cumprindo mandados de busca e apreensão. Sete pessoas tiveram prisão temporária decretada e outras sete estão sendo conduzidas coercitivamente para prestar depoimento na sede da PF em Macapá.

De acordo com uma fonte da Assembleia Legislativa, a operação diz respeito do contrato da Aleap com a empresa Sigma, investigada pela Polícia Federal em operação sobre “créditos podres”.

Policiais federais no prédio administrativo da Assembleia, no Bairro do Buritizal. Fotos: Jair Zemberg

Policiais federais no prédio administrativo da Assembleia, no Bairro do Buritizal. Fotos: Jair Zemberg

De acordo com a fonte, as pessoas que estão presas e conduzidas pela PF são servidores da área de orçamento e finanças do Poder Legislativo. Um dos prédios onde a PF esteve hoje pela manhã, funciona a parte administrativa da Aleap, que fica na Rua Santos Dumont, no Bairro Buritizal.

As pessoas que tiveram a prisão temporária decretada são: Érika da Silva Freire, Orlando dos Santos Pinheiro, Sérgio Frederico Viana Jucá, Jeremias Moraes de Oliveira, Walmo Raimundo Maia Cardoso, Walkir Pinto Cardoso Neto e Antônio Maria Saldanha de Brito.

Foram conduzidos coercitivamente: José Ribeiro de Barros Filho, Stela Mara de Oliveira Brito, Gilmara Cristina, Gilmara Cristina Fernandes da Cruz, Leomar da Costa Bruce, Francisco Marcos de Sousa Alves, Claudiana dos Santos Maia e Everaldo Oliveira Alves de Queirós.

A Polícia Federal está concedendo neste momento uma entrevista coletiva para esclarecer a operação.

 

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