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DA REDAÇÃO

A coordenação da campanha de Marcivânia Flexa (PC do B), candidata à prefeita de Santana, emitiu nota negando uso da estrutura da Defensoria Pública do Estado, como alega notícia de possível conduta irregular protocolada pelo radialista Herverson Castro, filiado ao PT e denunciado pelo Ministério Público Eleitoral esta semana.

O radialista alega que um defensor público estaria atuando em ações a favor de Marcivânia durante a campanha

“Qualquer defensor público pode fazer advocacia particular, e é esse o caso. Isso já foi decidido inclusive pelo Tribunal de Justiça do Amapá. Prova disso é que na documentação que foi juntada não é mencionada a estrutura da Defensoria”, diz Odair Freitas, um dos coordenadores da campanha de Marcivânia.

Na última quinta-feira, 22, o Ministério Público Eleitoral ingressou com ação pedindo inelegibilidade de Isabel Nogueira (PT) por abuso dos meios de comunicação.

Segundo o promotor eleitoral Adilson Garcia, ela estaria sendo beneficiada pelos ataques do radialista no programa ‘Santana em Debate’, da rádio Onda Livre FM, cujo diretor também é filiado ao PT. Os ataques são dirigidos a Robson Rocha (PR) e Marcivânia. A queixa que o radialista fez ao MPE nesta sexta-feira, 23, seria uma reação. 

Freitas também diz que a ação contra Isabel Nogueira e o programa de rádio não se trata de intervenção do MPE, mas de uma legítima iniciativa da instituição que busca equilíbrio na eleição.

“Importante ressaltar que o objetivo de tal matéria tendenciosa é causar o desequilíbrio nas eleições do mesmo jeito que ocorreu em 2012 na história do A2 (motel)”, disse, referindo-se ao boato que haveria uma grande quantidade de dinheiro no motel na noite anterior à eleição daquele ano.

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